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Você conhece os custos ocultos de BYOD em sua empresa?

Postado por Mobilit em 22/12/2014 11:30

mob_dez_07A tendência de levar seu equipamentos pessoal para o trabalho, e usá-lo para acessar dados comerciais e trocar informações com clientes, equipe e fornecedores, é crescente e mundial.

Ela é conhecida como BYOD, do inglês bring your own device, e praticamente irreversível, já que a praticidade de acessar dados com o seu smartphone ou tablet não será deixada de lado – nem por você, nem por sua empresa.

Além disso, companhias têm visto a produtividade aumentar, quando o funcionário utiliza a tecnologia de que mais gosta. Também há o lado bom de não ter que investir em equipamentos corporativos, já que basta um gadget por pessoa.

No entanto, como qualquer fenômeno que surge na área de TI, nem tudo sobre ele é imediatamente conhecido, e muitas consequências serão sentidas meses ou anos depois dele ser vivenciado.

Poucos sabem, mas o BYOD tem encargos ocultos, e que podem se tornar pesados para a empresa.

Entre os principais responsáveis por isso, estão justamente os preços dos serviços de voz e dados. Com cada usuário usando seu equipamento de forma solta, sem uma gestão eficiente e previamente planejada, o risco de esgotar e estourar limites é enorme. E o preço que se paga é cada vez mais alto…

Gastos com aparelhos podem não chegar a 10% do total de uma empresa para instalar e manter sua mobilidade. Porém, os outros 90% são totalmente comprometidos com suporte, desenvolvimento e administração, além de voz e dados. E BYOD pode aumentar esses custos de forma exponencial.

Alguns gerentes financeiros defenderão que a melhor forma de economizar, nesse caso, é se recusar a reembolsar funcionários por voz e dados utilizados para os negócios. Porém dependendo do tipo de empresa e dos cargos, essa política simplesmente não funciona.

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Quanto custa o BYOD na prática

Uma pesquisa recente feita pela Nucleus Research mostrou que, nos Estados Unidos, um funcionário médio gasta de 80 a 90 dólares em seu plano mensal de voz e dados para o trabalho, e a maioria das empresas com uma política de BYOD os reembolsa.

No entanto, se o mesmo uso fosse feito em um smartphone da empresa, ele custaria de 60 a 65 dólares por mês, exatamente pelos descontos corporativos por uso.

O estudo explica, então, que, se a empresa chega a pagar até 40 dólares por mês para um funcionário usar o seu celular, ela está jogando dinheiro fora apenas para suportar a política de BYOD. Vale a pena?

Qualquer empresa que adere ao BYOD precisa de uma boa administração de dispositivos móveis e de um sistema de administração de aplicativos móveis.

Ainda, ela necessita de um ótimo processo para rastrear seus gastos com telecom e separar chamadas pessoais das comerciais.

Por isso, o planejamento de uma política e uma gestão correta para todas essas linhas de dados e voz precisa ser feito por um fornecedor experiente, que consiga identificar soluções customizadas para negócios do seu setor, considerando o tamanho e modo de trabalho de sua companhia.

Em outras palavras, ela precisa de um sistema de TEM – telecom expense management. É a saída mais adequada e a mais barata para garantir que todos os funcionários utilizem seus gadgets para o trabalho sem extrapolar o controle financeiro.

Nesse caso, apenas uma gestão competente, estudada e cuidadosamente arquitetada pode trazer o devido controle e a consequente economia.

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Topics: Gestão de Despesas de Telecom, BYOD

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