<img height="1" width="1" alt="" style="display:none" src="https://www.facebook.com/tr?id=1616712345234498&amp;ev=PixelInitialized">
SOLICITE ATENDIMENTO

BLOG MOBILIT

Excelência em gestão de despesas de telefonia móvel, fixa e dados.

7 previsões para computação em nuvem (cloud computing)

Postado por Mobilit em 30/01/2015 10:30

mob_jan_02Muito se tem falado sobre cloud computing, a computação em nuvem, cada vez mais adotada por startups, empresas e usuários.

O setor sinaliza que 56% das corporações consideram a solução por acreditar que é um diferencial estratégico, e 58% delas gastam mais de 10% dos seus orçamentos anuais em serviços de nuvem.

Assim, especialistas já advertem que as empresas que não estão preocupadas em colocar seus dados e programas na nuvem correm o risco de ser ultrapassadas pelos concorrentes que fazem o contrário.

As previsões e expectativas são muitas! No entanto, muitas podem se comprovar irreais em um curto espaço de tempo. É sempre importante diferenciar o que é uma tendência passageira, ou uma expectativa que não se cumprirá, do que é ou virá a ser realidade de fato.

Por isso, fizemos um levantamento de sete previsões confiáveis para a área. Confira!

1.      Mais aplicativos – Mais e mais softwares são hoje construídos para rodar na nuvem. Com isso, a expectativa do mercado se torna otimista: de acordo com a IBM, até 2016 mais de um quarto de todas as aplicações, ou 48 milhões delas, estarão disponíveis na nuvem (a fonte é o estudo Global Technology Outlook: Cloud 2014: A More Disruptive Phase).
2.      Crescimento – O Grupo Gartner acredita que as aquisições de soluções em nuvem chegarão a 250 bilhões de dólares até 2017. Ainda, eles afirmam que o mercado de software as a service (SaaS) crescerá cerca de 20%, e todos os SaaS são aplicações em nuvem.
3.      Solução híbrida – O Gartner também aposta que 50% das empresas terão nuvens híbridas até 2017. Por “híbrida”, entende-se que apenas parte das aplicações fica em servidores na nuvem, e outra parte fica armazenada na própria empresa. Essa solução tem se mostrado ideal diante da dificuldade de transpor absolutamente tudo para a nuvem por causa da complexidade dos ambientes atuais. O fato é que colocar ou retirar dados da nuvem é um processo muito mais delicado do que muitos técnicos admitem. A velocidade da comunicação dos dados, que é a largura de banda, pode ser um inconveniente no processo.
4.      Névoa, não nuvem – O termo “fog computing”, ou “computação em nevoeiro”, já começa a circular pelo meio e foi criado pela Cisco Systems. Trata-se de não concentrar tudo na nuvem, e começar a considerar o armazenamento e o processamento do que é gerado pela Internet das Coisas nas próprias coisas. Ao invés de utilizar pesados servidores, usam-se computadores mais simples, como roteadores capazes de acumular dados. O nevoeiro funciona como se todos os computadores ao nosso redor fossem ligados entre si. Você pode, então pedir que seu relógio envie uma informação ao sistema de seu carro, sem ter que passar pela nuvem.
5.      Desenvolvimento – A Evans Data Corporation afirma que, hoje, há 18 milhões de desenvolvedores de software no mundo, e menos de 25% deles desenvolvem para a nuvem. Com o amadurecimento do setor, espera-se que mais e mais deles trabalhem trazendo novos aplicativos para a nuvem. O IDC publicou um artigo informando que 85% dos novos softwares criados atualmente são para a nuvem.
6.      Inovação – Com o crescimento da competição, é natural que surjam novos e aprimorados produtos e serviços.
7.      Mobilidade – Com a limitação da largura de banda, sobretudo no Brasil, smartphones e tablets se tornam grandes aliados: parte do processamento fica a cargo deles, então é natural que os usuários recorram mais e mais aos seus gadgets.

Antes um termo estranho a muitos usuários, a computação em nuvem é gradativamente mais popularizada e utilizada. Empresas, governos e pessoas devem se preparar para lidar com soluções armazenadas em servidores e aprender a “buscar” o que precisam lá no alto, nas nuvens.

E, em médio prazo, é provável que nem tenham que subir tanto assim: as coisas conectadas à Internet, à nossa volta, perfazem o nevoeiro que talvez já seja suficiente para manter aplicações e programas simples, utilizados em nossa rotina.

Conecte sua empresa com as soluções da nuvem, e elabore uma estratégia integrada de controle de despesas e aplicativos que resolvam suas necessidades.

New Call-to-action

 

Topics: Nuvem, Terceirização de Serviços, TEM (Telecom Expense Management)

Posts Recentes

Tópicos

veja todos

Inscreva-se para receber novidades